O Officium Ensemble tem-se estabelecido como um dos mais proeminentes grupos vocais portugueses dedicados à música antiga. A pureza do som que lhe é característico advém do trabalho de fusão, emissão e equilíbrio que o grupo tem desenvolvido desde a sua criação, sob a direcção de Pedro Teixeira. Aliados a esta característica, o empenho e expressividade dos cantores do ensemble têm levado Officium Ensemble a ser aclamado pelas suas performances marcantes e consistentes, em que a resposta ao texto desempenha um papel essencial.
O Officium Ensemble une uma sólida interpretação a uma reiterada investigação musicológica, recorrendo a impressos e manuscritos da época no sentido de oferecer performances historicamente informadas, para além de possibilitar ao público primeiras audições de várias obras.
O repertório que domina e no qual se especializou estende-se por todo o período do Renascimento e início do Barroco, dedicando-se com especial enfoque à música antiga portuguesa e especificamente à música da Sé de Évora, abarcando também as escolas franco-flamenga, espanhola e inglesa da Era Tudor.
O ensemble tem actuado em inúmeros locais e festivais de música antiga, desde as Jornadas Internacionais Escola de Música da Sé de Évora, Festival de Música de São Roque, Festival Terras sem Sombra, Dias da Música (CCB), Festival de Órgão de Lisboa, Úbeda y Baeza Early Music Festival (Espanha), Festival Internacional de Arte Sacro (Espanha), Festival Internacional de Música y Danza de Granada (Espanha), Festival AMUZ Laus Polyphoniae (Bélgica) e Utrecht Early Music Festival Oude Muziek (Países Baixos).